O Combate Medieval é um desporto de contacto total (full contact), armadurado e em que os participantes combatem usando armas e equipamentos réplicas aos usados na Idade Média, sendo que as armas são sempre sem fio e passam por um regulamento muito rígido para poderem ser utilizadas de forma desportiva.

Embora esteja relacionado com o HEMA, o combate medieval é um desporto distinto, muito mais próximo dos torneios de combate medieval históricos do que da vertente desportiva do HEMA. Costuma ser descrito como uma fusão entre artes marciais e reconstituição medieval.

As competições de combate medieval dividem-se em diferentes categorias, entre as quais:
⁃Lutas profissionais (1 vs 1): permitem golpes mais fortes, agarres, corpo-a-corpo, projeções e luta no chão. É considerado um MMA “medieval” , os atletas podem escolher armas distintas e a pontuação é atribuída por critérios mais alargados para além dos “toques” conseguidos.
⁃Batalhas em massa (Bafordo ou Buhurt) : combates de equipas, que recriam o caos e a estratégia das batalhas medievais. Estes combates são a imagem mais espetacular da modalidade, sendo que as batalhas com maior número de participantes são a visão mais atual das verdadeiras batalhas reais. Nas versões de 3X3 e 5×5 são as mais habituais de se ver nos torneios e são momentos em que se consegue aperceber que a estratégia é o mais forte aliado à força e à preparação dos atletas.
⁃Duelo (1 vs 1): combate individual, focado na técnica e resistência e dividido em categorias de armas (espada, espada e escudo, armas haste)

Em Portugal o desporto já existe à vários anos, sendo que em Fevereiro de 2025 foi constituída a APCOM – Associação Portuguesa de Combate Medieval. O GEMAC é um dos membros fundadores desta associação.
A APCOM tem como missão o desenvolvimento do desporto a nível nacional assim como à organização dos torneios oficiais em Portugal.
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